O PSD/Matosinhos defendeu hoje a criação de um ou dois centros de rastreio à covid-19 em equipamentos municipais, e a realização de testes gratuitos aos utentes e colaboradores dos lares de idosos e de pessoas com deficiência.

Em comunicado, os sociais-democratas pedem a dotação do Programa Municipal de Emergência Social em um milhão de euros e a isenção da componente fixa da tarifa de água, saneamento e resíduos sólidos urbanos às empresas e comércio que encerraram na sequência da declaração de estado de emergência.

Além destas medidas, o partido pede a reapreciação dos apoios previstos para as iniciativas agendadas para este ano, nomeadamente o Rali de Portugal, festivais e recriações históricas, assim como a atribuição de subsídios à atividade de instituições como a Associação Casa da Arquitetura.

“Muitas destas iniciativas não se vão realizar ou não se vão realizar nos termos e com a dimensão prevista, pelo que libertarão o orçamento municipal em alguns milhões de euros”, sublinha.

Outras das propostas para o concelho do distrito do Porto passa pela criação de um cheque oferta para os munícipes consumirem no comércio local, através da devolução de parcela do Imposto Municipal sobre Imóveis.

Na nota, o PSD realça também a necessidade de o executivo municipal, liderado pela socialista Luísa Salgueiro, rever os grandes investimentos previstos no orçamento, porque “uma crise como a que vivemos deve implicar uma revisão de prioridades e consequente libertação de parte significativa dos recursos municipais para aplicar no que é prioritário”.

Possibilitar o pagamento das rendas e prestações de regularização de dívidas das famílias residentes em habitação social referentes aos meses de abril, maio e junho em seis prestações mensais nos meses seguintes é outra das sugestões apontadas pelo partido.

No conjunto das medidas para fazer face à crise desencadeada pelo novo coronavírus, o PSD/Matosinhos sugere a criação de um programa municipal de aquisição de equipamentos, com dotação orçamental anual, para a proteção civil, corporações de bombeiros, unidades locais de saúde e forças policiais, e um programa de apoio e atração de pessoas ao setor da restauração, a arrancar logo no final da crise sanitária.

Em Portugal, há 33 mortes, mais 10 do que na véspera, e 2.362 infeções confirmadas, segundo o balanço feito hoje pela Direção-Geral da Saúde, que regista 302 novos casos em relação a segunda-feira (mais 14,7%).

Dos infetados, 203 estão internados, 48 dos quais em unidades de cuidados intensivos, e há 22 doentes que já recuperaram.

Portugal, onde os primeiros casos confirmados foram registados no dia 02 de março, encontra-se em estado de emergência desde as 00:00 de 19 de março e até às 23:59 de 02 de abril.

– Fonte: Saúde Mais

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